sábado, 29 de setembro de 2012

imobiliárias: casas estão com rendas mais baixas



o orçamento das familias é cada vez mais apertado e as imobiliárias baixam os preços.

apesar de haver cada vez mais portugueses a optar pelo arrendamento perante a dificuldade de acesso ao crédito para a compra de casa, em algumas imobiliárias está-se a assistir a uma descida dospreços das rendas. de acordo com o diário económico, na remax, por exemplo, a diminuição rondará os 8% e 9% face aos valores de 2011 enquanto na century 21 a descida chega aos 20%, em termos médios. a culpada é a crise económica.

"actualmente existe uma nova tipologia de procura no arrendamento: procura de tipologia por rendimento disponível e procura de tipologias por zona. estes consumidores têm um rendimento disponível limitado para alocar à habitação e este facto tem forçado um ajuste no valor das rendas, sobretudo nos concelhos limítrofes de lisboa", explica ricardo sousa, administrador da century 21, ao mesmo jornal. uma opinião corroborada por beatriz rubio, ceo da remax.

"estamos a viver uma altura de crise, em que os proprietários têm noção do mercado e da oferta que existe em termos de arrendamento. há mais abertura para negociar com os clientes a prestação do imóvel", refere a responsável.


artigo publicado em diario económico

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

prestação da casa desce 9% a partir de outubro



nos contratos indexados à euribor a seis meses a redução chegará aos 33 euros

boas notícias para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar a casa, já que a prestaçãovai baixar 9% no próximo mês. isto no caso dos contratos de crédito à habitação indexados à taxa euribor a seis meses, a mais comum em portugal. no prazo mais alargado, 12 meses, a queda na mensalidade será ainda maior, podendo chegar aos 68 euros (16%). trata-se, neste caso, da maior quebra dos últimos três anos .

segundo as contas do diário económico, num crédito de 100.000 euros a 30 anos com um “spread” de 1% a redução da prestação chegará aos 33 euros (-8,7%) nos contratos indexados à taxa euribor a seis meses e aos 20 euros (-5,7%) no prazo mais curto, três meses. ou seja, o valor mensal a pagar ao banco desce para 345 euros e 333 euros, respectivamente.

esta é, de resto, uma tendência que se tem vindo a verificar nos últimos meses, devido ao facto de as taxas euribor estarem diariamente a renovar mínimos históricos. para tal contribuiu a descida, para 0,75%, da taxa de juro directora, que nunca teve, também, tão baixa. alguns analistas prevêem que obanco central europeu possa voltar a diminuir a taxa em 25 pontos base, para 0,5%, mas esta não parece ser uma decisão unânime.

a publicação adianta que, tendo por base o comportamento dos contratos de forward rate agreement (fra), a prestação da casa pode “continuar a descer até ao final do ano, fechando 2012 nos 0,2%”. um cenário que mudará em 2013, com a subida a ser, no entanto, “muito gradual e ligeira”, sendo esperado que só “a partir de setembro os actuais valores sejam suplantados”.
 
 
quinta, 27 setembro de 2012 - 09:53 h
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sábado, 22 de setembro de 2012

conselho de finanças públicas quer acabar com imt



aproveitar a conjuntura de crise no sector imobiliário para extinguir o imposto municipal sobre transmissões onerosas de imóveis (imt) foi a principal sugestão do relatório "princípios para a revisão das leis de finanças públicas subnacionais", apresentado esta terça-feira em lisboa, e elaborado pelo conselho de finanças públicas, entidade liderada pela economista teodora cardoso

a sugestão visa, segundo o relatório, "reduzir a discriminação do património imobiliário face a outros activos" e "mitigar eventuais acréscimos na carga fiscal decorrentes da reavaliação das bases do imi”. uma medida que luís lima, presidente da associação de profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), apoia por completo.

"antes pagava-se o sisa e houve um primeiro-ministro [antónio guterres] que lhe chamou o imposto mais estúpido do mundo. é pena que a estupidez tenha continuado", diz o responsável ao diario económico.
 
publicado por Retrato de equipa@idealistaequipa@idealista

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

conselho de finanças públicas quer acabar com imt





aproveitar a conjuntura de crise no sector imobiliário para extinguir o imposto municipal sobre transmissões onerosas de imóveis (imt) foi a principal sugestão do relatório "princípios para a revisão das leis de finanças públicas subnacionais", apresentado esta terça-feira em lisboa, e elaborado pelo conselho de finanças públicas, entidade liderada pela economista teodora cardoso

a sugestão visa, segundo o relatório, "reduzir a discriminação do património imobiliário face a outros activos" e "mitigar eventuais acréscimos na carga fiscal decorrentes da reavaliação das bases do imi”. uma medida que luís lima, presidente da associação de profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), apoia por completo

"antes pagava-se o sisa e houve um primeiro-ministro [antónio guterres] que lhe chamou o imposto mais estúpido do mundo. é pena que a estupidez tenha continuado", diz o responsável ao diario económico.
 
 
quarta, 19 setembro de 2012 - 11:04 h
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

OCDE: Perspectivas para economia portuguesa melhoram


Indicadores avançados da OCDE subiram pelo quarto mês consecutivo em Julho, sugerindo que a recessão está progressivamente menos cavada.
Pelo quarto mês consecutivo, os indicadores avançados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) apresentaram em Julho uma variação positiva e mais ampla, após longos meses de quedas sucessivas.

A actualização hoje divulgada dá conta de uma progressão do indicador avançado para 98,46, após uma subida de 0,23% em Julho, 0,21% em Junho, 0,15% em Maio e 0,06% em Abril. 

O indicador permanece, porém, bem abaixo da média de longo prazo (100), embora corresponda à melhor leitura desde Novembro do ano passado. 

Nas previsões da OCDE, a economia portuguesa manter-se-á em recessão em 2013, mas cairá menos no próximo ano do que neste: -0,9%, depois de -3,2%. O Governo também reviu nesta semana em baixa os números do PIB, antecipando que a economia vai voltar a encolher em 2013 (-1%), quando até agora acreditava num crescimento anual de 0,2%.

Para a Zona Euro, o indicador avançado caiu em Julho pelo 11º mês consecutivo, com a OCDE a antecipar uma "desaceleração progressivamente nos próximos trimestres".
 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

novas regras do crédito à habitação votadas na especialidade terça-feira



votação final global em plenário deverá realizar-se dia 21

as propostas de alteração da legislação do crédito à habitação serão discutidas e votadas a 18 desetembro (terça-feira) na comissão do orçamento e finanças, tendo como textos-base os projectos de lei do psd, do ps e do cds-pp. de acordo com o site da assembleia da república, a “discussão e votação indiciária das iniciativas relativas ao crédito à habitação” está agendada para as 16h00.

segundo a visão, a votação final global em plenário deverá ser realizada três dias depois, dia a 21(sexta-feira). em causa está o facto de os partidos considerarem que se trata de uma matéria urgente.
 
sexta, 14 setembro de 2012 - 09:35 h
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

crédito à habitação: entregar a casa ao banco será último recurso



proposta do psd e do cds visa primeiramente reestruturar a dívida ao banco

o psd e o cds entregaram na sexta-feira as suas propostas finais para alterar a legislação docrédito à habitação, de forma a criar um regime especial de apoio às famílias que se encontrem numa situação económica difícil. o projecto-lei, revelado este domingo pelo psd e cds em conferência de imprensa, apresenta algumas "alterações subtis" face às propostas iniciais apresentadas pelos dois grupos parlamentares: entregar a casa ao banco, por exemplo, só será possível se falhar areestruturação da dívida

em declarações ao diário económico, antónio leitão amaro, do psd, referiu que este projecto final é mais focado na necessidade de criar mecanismos de reestruturação de créditos para ajudar asfamílias a não perderem a sua casa e não tanto na questão da dação dos imóveis em pagamento. "não queremos que a nova legislação seja um incentivo ao incumprimento. queremos que a dação seja oúltimo de todos os recursos”

desta forma, a dação do imóvel em pagamento só será accionada quando o plano de reestruturação não for bem sucedido e quando as medidas complementares de restruturação aplicadas não resultarem. nestes casos, a dação passa a ser obrigatória

mas a entrega da casa poderá não ser suficiente para saldar a totalidade da dívida. no caso de haver ainda dívida, o projecto prevê que as instituições façam um crédito às famílias com as mesmas condições. isto é uma novidade porque, por norma, os bancos levavam as famílias que tinham dívidas remanescentes a contratarem um crédito ao consumo (com juros elevados e prazos mais curtos) para saldar o resto do empréstimo ao banco

segunda, 10 setembro de 2012 - 09:31 h
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

portugal entre os países onde mais baixou o preço da habitação (ranking)


 está a baixar o preço das casas em portugal. segundo o índice “global house price”, realizado pela consultora imobiliária knight frank, portugal foi um dos países onde o preço da habitação mais desceu no segundo trimestre do ano, quando comparado com o mesmo período do ano passado – ocupa o lugar 50 num ranking de 55 países. atrás de portugal, que registou uma queda de 7,9% face a2011, estão apenas espanha (-8,3%), grécia (-10,3%), hungria (-11,2%) e irlanda (-14,4%)

em sentido inverso está o brasil, que foi o país que registou o maior aumento anual no preço da habitação: 18.4%. a áustria, que aparece em segundo lugar da lista em termos anuais, teve o maior crescimento trimestral (mais 8,5% que nos primeiros três meses do ano)

curioso é o facto de os países europeus ocuparem nove dos últimos dez lugares do ranking, em termos de variações anuais. sublinhe-se ainda que 13 dos 17 membros da zona euro estão nasegunda metade da lista

de acordo com a consultora, o preço médio da habitação no mundo subiu 0,7% no período em causa. a modesta recuperação é justificada pela empresa com a subida dos preços em alguns países, já que em 25 dos 55 países analisados os preços aumentaram a um ritmo superior ao registado noano passado. por exemplo, nos eua, o preço das casas cresceu 6,9% no segundo trimestre do ano, quando comparado com os primeiros três meses
 
 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Euribor em queda à espera de nova descida de juros

As taxas Euribor continuam a renovar mínimos históricos, uma boa notícia para quem está a pagar casa ao banco.
 
A crescente expectativa de que o Banco Central Europeu (BCE) vai novamente cortar a taxa de juro directora já esta semana, para ajudar a combater a crise na zona euro, está a impulsionar novas quedas das Euribor, de acordo com a Reuters.
A Euribor a seis meses, que é a mais usada no cálculo dos juros no crédito à habitação em Portugal, cedeu hoje para 0,533%. No mesmo sentido, o prazo a doze meses diminuiu até aos 0,798%.
Também a Euribor a três meses, que serve de indicador do apetite por risco da banca, além de influenciar os juros dos certificados de aforro e o custo de financiamento de muitas empresas, recuou até aos 0,276%.
Esta queda em todos os prazos acontece em vésperas da reunião do BCE, cuja expectativa do mercado é que haja nova baixa da taxa de juros, já que o presidente da instituição afirmou recentemente que tudo fará para que a moeda única sobreviva à crise.
As taxas Euribor têm vindo a seguir uma tendência de descida acentuada em todos os prazos para novos mínimos de sempre, no seguimento do corte, a 5 de Julho, da taxa de referência do Banco Central Europeu (BCE), para 0,75%, e sobretudo da descida realizada na taxa de depósito no BCE para zero por cento.
segunda, 3 setembro de 2012
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sábado, 1 de setembro de 2012

radiografia do dia:

em que é que os portugueses gastam mais dinheiro?




fonte: dinheiro vivo
 
no segundo trimestre do ano, os portugueses gastaram 4,666 milhões de euros, menos 0,4% que no mesmo período do ano passado. o segmento que registou o maior aumento foi a electrónica de consumo, que teve uma subida de 25,6% face ao segundo trimestre de 2011. as telecomunicações (5,9%) e a papelaria (3,35) completam o pódio. já a maior queda verificou-se nos grandes electrodomésticos, com gastos de menos 17,3% este ano.


Sexta, 31 Agosto de 2012 - 05:03 h
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