quinta-feira, 12 de junho de 2014

Mais quatro bancos descem ‘spreads’ da habitação em Junho



descida do ‘spreads’ 
Apenas três, entre os 12 maiores bancos nacionais, ainda não mexeram nos ‘spreads' da habitação desde o início do ano. Trata-se de um movimento consistente de descida dos ‘spreads', após três anos sem qualquer alteração às elevadas taxas cobradas pela banca - o movimento inverso deu-se em 2011 com o pedido de resgate internacional. Junho trouxe estreias, com Montepio, Banif e Deutsche Bank a cortarem pela primeira vez no ‘spread' que exigem para o financiamento da compra de casa. Já o Santander voltou a descer o custo mínimo, de 2,99% para 2,49%, apenas três meses após ter cortado o ‘spread' em ambos os extremos do intervalo.

O corte mais agressivo pertenceu no entanto ao Montepio, que reviu o ‘spread' máximo de 3,7% para 2,9%, enquanto o mínimo passou de 6% para 3,9%. Apesar de existirem seis bancos com ‘spreads' mínimos inferiores, o Montepio apresenta agora não só o ‘spread' máximo mais baixo do mercado, mas também o menor intervalo de preços - apenas um ponto percentual. Ou seja, uma tabela que tende a favorecer os clientes de maior risco. Já o Banif cortou substancialmente o custo máximo que exige para conceder financiamento, de 7,95% para 5,95%, mas manteve inalterado o custo mínimo, em 3,6%. O inverso aconteceu no Deutsche Bank, que reviu apenas o ‘spread' mínimo, de 3,7% para 3%.

Apesar destas alterações, o ‘spread' mínimo mais baixo do mercado continua a pertencer ao Banco Popular, em 2,25%. Desde Dezembro, o Popular já reviu os ‘spreads' da habitação por duas vezes. Um custo, no entanto, acessível apenas aos melhores clientes. Para perfis de risco superiores, o Montepio tem agora a oferta mais agressiva (ver tabela).
Cortes no preçário mas taxas de mercado mantêm-se

A tendência de cortes dos ‘spreads' nos preçários dura desde Dezembro mas, no mercado, as taxas que são efectivamente praticadas, mantêm-se inalteradas. Ou seja, excluindo o efeito do indexante, o ‘spread' implícito nas novas concessões de crédito mantém-se em 2,9%.

Segundo os operadores do mercado, esta manutenção de custos esconde no entanto uma alteração significativa no contexto destes empréstimos. Enquanto até ao final do ano passado os bancos continuavam a emprestar, principalmente, para a compra dos seus próprios imóveis - com ‘spreads' mais baixos - o sector começa agora a financiar os imóveis do mercado, para os quais tende a exigir custos mais elevados.

O ‘spread' implícito nos novos empréstimos sinaliza ainda que apenas os melhores clientes estão a obter financiamento, uma vez que o seu valor corresponde precisamente à média dos ‘spreads' mínimos das 12 maiores instituições bancárias.

Fonte: Diário Económico

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Prestação da casa desce em junho

em causa está a evolução negativa das taxas euribor

em causa está a evolução negativa das taxas euribor

boas notícias para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. isto porque as famílias que tiverem revisão de contrato de crédito à habitação em junho vão ver a prestação da casa baixar, na sequência da evolução negativa das taxas euribor, que se deve sobretudo ao novo corte de juros realizado pelo banco central europeu no início deste mês – a taxa de referência desceu de 0,75% para 0,50%

segundo as contas do jornal de negócios, quem tiver empréstimos à habitação indexados à taxa euribor a três meses vai ver a mensalidade baixar 0,31%, o que significa uma poupança na ordem de um euro (caso se trate de um empréstimo de 100 mil euros a 30 anos com um “spread” de 0,7%)

maior será a descida nos créditos indexados à euribor a seis meses, a mais usada no país. perante a mesma simulação, a prestação baixará 0,85%, cerca de 2,76 euros
 
artigo publicado em jornal de negócios

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Espera-se um maior dinamismo no investimento imobiliário em 2013

No primeiro trimestre deste ano, verificou-se um aumento no nível de confiança dos investidores estrangeiros no mercado português e, consequentemente, no interesse por estes manifestado pelos ativos imobiliários comerciais.



 
 
A situação mais relevante resultou na aquisição de 50% do CascaiShopping pela Sonae Sierra, em parte detida pelo grupo britânico Grosvenor, ficando a controlar a totalidade deste centro comercial. Para além desta transação, verificaram-se outros três negócios, que incluem dois edifícios de escritórios no CBD e um imóvel afeto à atividade turística no centro histórico de Lisboa. Com exceção da Sonae Sierra, os restantes investidores são de origem nacional.

A CBRE estima que o valor destas quatro transações verificadas no primeiro trimestre do ano seja superior ao montante total do ano transato. Evidentemente, a aquisição de 50% do CascaiShopping representou uma parte significativa do volume de investimento do período em análise.

Apesar de um maior interesse revelado pelos investidores estrangeiros, os tradicionais fundos institucionais deverão manter uma posição de prudência face ao nosso mercado, e em 2013 os compradores mais ativos deverão continuar a ser os investidores privados e os especializados, bem como os family offices.

Por Cristina Arouca*
*Associate director na CBRE 
 
Fonte: Oje

sexta-feira, 3 de maio de 2013

em dez anos a prestação da casa baixou 119 euros



contas da deco revelam "poupança" de mais de cem euros na prestação da casa

se em abril de 2003 a prestação de um crédito à habitação ascendia a 505 euros, hoje essa mesma prestação custa 386 euros. o “corte” aumenta para os 266 euros quando comparada a prestação paga em abril de 2008, de 652 euros por mês. as contas, feitas pela deco, assumiram um empréstimo de 100 mil euros, por um prazo a 30 anos, com um 'spread' de 2% e indexando à euribor a 6 meses

o tema pode hoje voltar a estar em cima da mesa caso o banco central europeu (bce) anuncie um corte na taxa de juro de referência, a primeira mexida desde julho de 2012, quando a cortou em 25 pontos base para os 0,75%. segundo as previsões dos economistas consultados pela bloomberg, o banco central deverá avançar com um novo corte de 25 pontos base para um novo mínimo histórico, de 0,5%

artigo publicado em dinheiro vivo

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Primeiros sinais de retoma



Mercado de compra e venda de habitação com sinais de estabilização





 "O mercado de compra e venda de habitação parece estar a evidenciar os primeiros sinais de estabilização", diz o relatório do Portuguese Housing Market Survey (PHMS) de março de 2013.
Pela primeira vez desde que este inquérito é realizado (setembro de 2010), as instruções de compra aumentaram, ume melhoria verificada em duas das três regiões analisadas, nomeadamente Porto e Algarve. Além disso, os contratos promessa apresentaram também alguma estabilização em todas as regiões. Contudo, de acordo com o PHMS, estes dados devem ser analisados com alguma cautela, já que os preços continuam a cair e o índice nacional de confiança - uma medida composta baseada nos preços e expectativas relativas a vendas - manteve-se negativo (nos -31 pontos), ainda que este tenha sido o melhor resultado dos últimos dois anos.
Por seu turno, o mercado de arrendamento continua a exibir uma atividade consistente, com a procura a manter-se firme e as transações em percurso ascendente, ainda que, em ambos, os caso, a nota tenha sido de desaceleração. No mercado de arrendamento as rendas têm caído e as expectativas em relação às rendas mostram-se bastante negativas, o que pode refletir quer um excesso de oferta quer as limitações crescentes nos rendimentos disponíveis das famílias. 




segunda-feira, 15 de abril de 2013

projecto turístico na comporta custa 92 milhões


Costa Vicentina

 a herdade da comporta anunciou na passada sexta-feira o lançamento do comporta dunes, um projecto turístico "de características únicas na península ibérica" e cujos principais empreendimentos representarão um investimento de 92 milhões de euros entre 2013 e 2015.

no comunicado, a empresa - participada da rioforte - diz que o novo empreendimento "vai posicionar a herdade da comporta e a costa alentejana como um grande destino turístico europeu de referência e constituirá uma alavanca decisiva para o desenvolvimento económico e social da região" .

segundo o dinheiro vivo, o empreendimento será composto por um hotel, spa e por um conjunto de 36 moradias, operado pela cadeia internacional manresorts, e por um campo de golfe de 18 buracos, concebido por david mcLay kidd e com o 'clubhouse' com a assinatura de eduardo souto de moura .

o projecto representa um investimento global, compreendido entre 2013 e 2015, de 92 milhões de euros, dos quais cerca de 40 milhões serão dedicados à edificação do hotel e spa e das primeiras três man villas, cerca de nove milhões de euros à construção do campo de golfe e o restante respeitante às infra-estruturas e ao valor do próprio terreno.

artigo publicado em dinheiro vivo 

segunda-feira, 25 de março de 2013

este é o ano ideal para comprar casa ou investir no arrendamento

especialistas entendem que em tempos de crise é possível fazer bons negócios

especialistas entendem que em tempos de crise é possível fazer bons negócios

o facto de os bancos estarem a cortar na concessão de crédito à habitação, dificultando as condições de acesso dos empréstimos, não significa que esta seja uma altura má para comprar casa. pelo contrário. o mesmo se pode dizer no que diz respeito à aposta no mercado de arrendamento. “nunca é nos picos do mercado ou no fundo do ciclo que se fazem os grandes negócios. estamos claramente na ‘zona segura de investimento’ que irá estabilizar progressivamente o mercado”, considera ricardo sousa,.
 
segundo o responsável, esta é a melhor altura para comprar casa ou investir no mercado imobiliário. “todos caímos na mesma armadilha de raciocínio. se o mercado está em alta, acreditamos que o preço vai continuar a subir e compramos. quando o mercado está em baixa, acreditamos que o preço vai continuar a baixar e não compramos...a verdade é que ninguém, muito menos nos dias de hoje, pode prever as alterações de ciclo económico e imobiliário”, adianta, citado pelo jornal i

menos optimista está luís lima, presidente da associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), que prevê que este ano será difícil para todos os sectores, incluindo o imobiliário: “no mercado de compra e venda, deverá continuar a haver procura e oferta, mas a maior parte da procura interna continuará a ter dificuldades em ter acesso ao crédito à habitação e a ter receio de avançar com a compra de um imóvel num período em que a instabilidade laboral é tão grande”

perante esta situação, assegura luís lima, a procura pelo mercado de arrendamento tende a aumentar ainda mais. “há esperança de que as novas condições possam ajudar a dinamizar esta área de negócios [arrendamento], que tem fortes potencialidades para cativar o investimento externo, o que se torna fundamental para o mercado de reabilitação urbana e para o turismo residencial”, conta, salientando que para haver “uma verdadeira dinamização deste mercado, será necessário baixar os preços dos chamados arrendamentos novos, para valores competitivos face aos de uma prestação bancária de um crédito” à habitação
 

artigo publicado em jornal i 

segunda-feira, 11 de março de 2013

buscas a bancos por combinação de “spreads” deu-se após denúncia do barclays


em causa estão suspeitas de cartelização da banca para combinar "spreads"
o raide que a autoridade da concorrência (adc) realizou quarta-feira (dia 6) a várias instituições bancárias teve origem numa denúncia do barclays. o processo de contra-ordenação por suspeitas de cartel, combinando “spreads” e comissões no crédito à habitação e ao consumo com prejuízo para o consumidor foi aberto há mais de dois meses pelo regulador, tendo sido iniciado após denúncia do barclays ao abrigo de regime de clemência – quando a notícia foi avançada apenas se sabia que se tratava de uma denúncia anónima

apesar de manuel sebastião, presidente da adc, ter recusado comentar a possibilidade de ter sido o barclays a realizar a denúncia que iniciou o processo, tal terá mesmo sucedido, assegura o diário económico. citado pela publicação, o responsável disse que “se houve um denunciante, só quando for feita a nota de ilicitude se saberá o nome”

artigo publicado em diario económico

crédito à habitação: “spreads” não baixam há mais de um ano



quanto mais altos forem os "spreads", mais cara será a prestação da casa


os "spreads" do crédito à habitação estão congelados há mais de um ano, ou seja, os bancos não baixam as margens exigidas nos empréstimos para a compra de casa, que são bastante altas, apesar da melhoria registada nas condições de financiamento. o facto de os “spreads” estarem elevados faz com que muitos portugueses não tenham hipótese de recorrer à banca para comprar casa, porque as prestações tornam-se incomportáveis

segundo as contas do jornal de negócios, desde janeiro de 2012, praticamente nenhum dos maiores bancos portugueses alterou as taxas cobradas. apenas o bcp o fez, mas aumentando-as: subiu o “spread” mínimo para 3,75% e o máximo, para os clientes com maior risco, para 5,5%

a publicação escreve que “no início do ano passado o ‘spread’ médio mínimo era de 3,35%”, mas que actualmente é de 3,4%, sendo que o bpi tem o ‘spread’ mais baixo (2,5%) e o bes o mais alto (4%). no que diz respeito aos “spreads” mais altos, o bes cobra 6,5%, o que “torna bastante caro o crédito, apesar das taxas de mercado (que são adicionadas à margem do banco) estarem em mínimo histórico”, lê-se

artigo publicado em jornal de negócios

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

ideias para decorar a árvore de natal (fotos)

 
o natal está à porta e com ele surgem as decorações típicas da época, que cada vez mais estão convertidas em obras de arte. e neste campo ganha preponderância a decoração da árvore de natal, que faz as delícias dos mais pequenos da casa. em baixo damos-te a conhecer alguns exemplos de decorações de árvores de natal, que muitas vezes podem estar a condizer com os tons existentes na habitação
actualmente, além da tradicional árvore de natal verde está muito na moda ter uma árvore “toda pintada” de branco. e como podes ver, são muitas as combinações originais possíveis. para que tires também ideias de como queres decorar a tua árvore de natal apresentamos-te alguns exemplos muito originais.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

valor das casas na posse dos bancos sobe 20% este ano



em setembro, os cinco maiores bancos tinham 4,3 mil milhões em imóveis no seu balanço.

a crise e a austeridade estão a fazer com que haja cada vez mais pessoas a ter de entregar a casa aobanco porque não conseguem pagar a prestação da mesma. só este ano, o valor dos imóveis no balanço dos cinco maiores bancos nacionais (bes, bcp, bpi, cgd e santander totta) aumentou cerca de 20%.

no final de setembro, as cinco entidades financeiras tinham 4,3 mil milhões de euros em imóveis e outros activos não financeiros no seu balanço, provenientes sobretudo de processos de dação em pagamento, mas também de execuções por incumprimento. trata-se de um aumento de 19,3% desde o início do ano, segundo o jornal de negócios. no final do ano passado, o valor inscrito na rubrica de "activos não correntes detidos para venda" dos cinco bancos era de cerca de 3,6 mil milhões de euros.

de acordo com a publicação, o bes é o “principal responsável por este crescimento”. já que nos primeiros nove meses do ano viu o valor no seu balanço passar de 1,6 mil milhões de euros para 2,17 mil milhões. a tendência foi de subida em todos os bancos, mas esta tem, no entanto, vindo a atenuar-se: nos últimos 12 meses, e considerando apenas os quatro maiores bancos privados nacionais, o crescimento foi de 83%, o que compara com 20% este ano.

os dados da associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip) confirmam, de resto, este cenário, já que, no terceiro trimestre, foram entregues à banca 1.100 imóveis em dação em pagamento, metade do que se registou entre janeiro e março. desde janeiro, foramdevolvidas aos bancos 4.400 casas.
 
publicado por Retrato de equipa@idealistaequipa@idealista

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

bce já fez prestação da casa descer quase 20%



em causa está a constante descida das taxas euribor.

a prestação da casa vai continuar a descer nos próximos tempos. os mínimos históricos das taxas euribor que se têm vindo a registar, e que surgem na sequência do corte de juros realizados pelo presidente do banco central europeu (bce), o italiano mario draghi, vão fazer com que o valor mensal a pagar ao banco pelo crédito à habitação recue para o nível mais baixo de sempre no próximo mês. de acordo com o jornal de negócios (jdn), desde que monti assumiu a presidência do bce, há praticamente um ano, o fardo das famílias portuguesas com o crédito à habitação reduziu quase 20%.

segundo a publicação, num ano de governação no bce, mario draghi adoptou uma atitude mais proactiva, baixando a taxa de juro de referência em três ocasiões: actualmente está nos históricos0,75%. os cortes de juros, associados às injecções de liquidez, fizeram com que as taxas euribor afundassem, o que funcionou como que um balão de oxigénio para as famílias portuguesas: “parece-me que não terá sido o objectivo principal do bce, e de draghi, ao baixar os juros. [mas] tratou-se de umefeito colateral positivo para os portugueses”, referiu filipe garcia, economista da imf.

as contas do jdn concluem que, no espaço de um ano, os encargos das famílias com o financiamento para a compra de casa encolheram 17,2% nos créditos indexados à euribor a três meses. no prazo a seis meses, a indexante mais usada no país para efeitos de crédito à habitação, a descida é semelhante (17%), sendo que as famílias estão a poupar mais de 66 euros por mês.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

autarquias querem baixar imi para compensar aumento de impostos

associação nacional de municípios portugueses emitiu um parecer negativo sobre o oe2013
a associação nacional de municípios portugueses (anmp) emitiu um parecer negativo sobre oorçamento do estado para 2013 (oe2013), que já seguiu para o parlamento. uma das propostas sugeridas pela associação passa pela aplicação de taxas mínimas de imposto municipal sobre imóveis (imi) mais baixas face à lei. uma forma de compensar os portugueses pelo aumento da carga fiscal.
de acordo com o diário económico, que teve acesso à proposta da anmp, a elevada carga fiscal que recai sobre os contribuintes justifica a “possibilidade de as autarquias, se assim o entenderem,deliberarem aplicar taxas mínimas mais reduzidas que as actualmente em vigor".
desta forma, a anmp propõe uma alteração ao código do imi: as taxas mínimas a aplicar aos prédios urbanos diminuiriam para 0,4% - actualmente variam entre 0,5% e 0,8% - e as taxas mínimas a aplicar aos prédios urbanos já avaliados segundo as regras do novo código baixavam para 0,2%, já que o actual intervalo varia entre 0,3% e 0,5%.
trata-se de uma redução que permitiria às assembleias municipais, que decidem a taxa de imi a aplicar no município, baixar a tributação sobre o património. sublinhe-se que, segundo cálculos da unidade técnica de apoio orçamental, a carga fiscal sobe de 32,4% para 34,2%.
publicado por Retrato de equipa@idealistaequipa@idealista

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

IRS: senhorios arriscam pagar o dobro

os senhorios poderão ter de pagar mais do dobro de IRS em 2013 no caso de elegerem a tributação autónoma das rendas. É que a opção, inscrita na proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano, foi bem acolhida pelos proprietários, mas o valor da taxa (28%) é considerado excessivo.

De acordo com a edição desta quarta-feira do «Diário de Notícias», os rendimentos oriundos das rendas pagaram 292 milhões de euros de IRS em 2010, mas o montante vai subir a partir de 2013. Por um lado, devido ao efeito da subida os escalões e taxas do IRS (para quem opte pelo englobamento); por outro, devido à taxa de tributação autónoma, sendo de esperar que ultrapasse o patamar dos 500 milhões. Ainda que escape à sobretaxa de 4% imposta por Vítor Gaspar.

Só em em 2010, as famílias declararam 2,967 mil milhões de euros de rendimento bruto proveniente de rendas, montante ao qual puderam deduzir o valor pago com o IMI assim como despesas de conservação e de manutenção devidamente comprovadas. Ora, assumindo que correspondem a um terço do rendimento bruto, os senhorios passam a pagar qualquer coisa como 560 milhões de euros de imposto, no caso de optarem pela taxa autónoma.


Fonte: Agência Financeira

sábado, 13 de outubro de 2012

taxa liberatória de 28% para as rendas avança já em 2013

 
 
taxa autónoma para as rendas está prevista na versão preliminar da lei do orçamento do estado para 2013
esta era uma velha reinvidicação do sector imobiliário, que a considera imprescindível para incentivar o investimento no mercado de arrendamento. a partir do próximo ano, os rendimentos prediaispassam a ser tributados a uma taxa autónoma de 28%, a mesma taxa liberatória que passarão a ter os rendimentos de capitais. a medida já estava prevista na nova lei das rendas, mas devido às restrições orçamentais não era líquido que avançasse em 2013
até agora, os rendimentos prediais eram anexados aos restantes rendimentos e taxados em sede de irs, do senhorio. com a criação desta taxa autónoma de 28%, os senhorios passam a poder optar entre a prática vigente até agora ou o pagamento autónomo, consoante a taxação que lhes seja mais favorável, explica o diario económico
durante a reforma do arrendamento urbano e da reabilitação previa-se a criação de uma denominada "taxa especial", que poderia aproximar-se da actual taxa liberatória de 25% sobre os depósitos bancários. tal como previsto, a nova taxa autónoma, que está prevista nas alterações ao irs, naversão preliminar da lei do orçamento do estado para 2013, será idêntica à taxa liberatória para os rendimentos resultantes de depósitos a prazo, uma vez que também esta passa em 2013 para 28%.
 

artigo publicado em diario económico

terça-feira, 2 de outubro de 2012

autoridade da concorrência rejeita prática desleal na venda de casas pelos bancos



o deputado do psd, paulo batista santos, considera que a resposta da autoridade da concorrência é "insuficiente",

um mês depois, a autoridade da concorrência (adc) deu resposta às questões levantadas pelodeputado do psd, paulo batista santos, sobre a alegada prática de condições preferenciais pelos bancos na venda de casas que têm no balanço. segundo o jornal de negócios, a entidade presidida pormanuel sebastião "não vê indícios de práticas restritivas da concorrência neste sector"

o deputado do psd já veio dizer que a resposta da autoridade da concorrência é "insuficiente", e o sefin (associação portuguesa dos utilizadores e consumidores de serviços e produtos financeiros) pondera agora recorrer para entidades europeias



artigo publicado em jornal de negócios

sábado, 29 de setembro de 2012

imobiliárias: casas estão com rendas mais baixas



o orçamento das familias é cada vez mais apertado e as imobiliárias baixam os preços.

apesar de haver cada vez mais portugueses a optar pelo arrendamento perante a dificuldade de acesso ao crédito para a compra de casa, em algumas imobiliárias está-se a assistir a uma descida dospreços das rendas. de acordo com o diário económico, na remax, por exemplo, a diminuição rondará os 8% e 9% face aos valores de 2011 enquanto na century 21 a descida chega aos 20%, em termos médios. a culpada é a crise económica.

"actualmente existe uma nova tipologia de procura no arrendamento: procura de tipologia por rendimento disponível e procura de tipologias por zona. estes consumidores têm um rendimento disponível limitado para alocar à habitação e este facto tem forçado um ajuste no valor das rendas, sobretudo nos concelhos limítrofes de lisboa", explica ricardo sousa, administrador da century 21, ao mesmo jornal. uma opinião corroborada por beatriz rubio, ceo da remax.

"estamos a viver uma altura de crise, em que os proprietários têm noção do mercado e da oferta que existe em termos de arrendamento. há mais abertura para negociar com os clientes a prestação do imóvel", refere a responsável.


artigo publicado em diario económico

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

prestação da casa desce 9% a partir de outubro



nos contratos indexados à euribor a seis meses a redução chegará aos 33 euros

boas notícias para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar a casa, já que a prestaçãovai baixar 9% no próximo mês. isto no caso dos contratos de crédito à habitação indexados à taxa euribor a seis meses, a mais comum em portugal. no prazo mais alargado, 12 meses, a queda na mensalidade será ainda maior, podendo chegar aos 68 euros (16%). trata-se, neste caso, da maior quebra dos últimos três anos .

segundo as contas do diário económico, num crédito de 100.000 euros a 30 anos com um “spread” de 1% a redução da prestação chegará aos 33 euros (-8,7%) nos contratos indexados à taxa euribor a seis meses e aos 20 euros (-5,7%) no prazo mais curto, três meses. ou seja, o valor mensal a pagar ao banco desce para 345 euros e 333 euros, respectivamente.

esta é, de resto, uma tendência que se tem vindo a verificar nos últimos meses, devido ao facto de as taxas euribor estarem diariamente a renovar mínimos históricos. para tal contribuiu a descida, para 0,75%, da taxa de juro directora, que nunca teve, também, tão baixa. alguns analistas prevêem que obanco central europeu possa voltar a diminuir a taxa em 25 pontos base, para 0,5%, mas esta não parece ser uma decisão unânime.

a publicação adianta que, tendo por base o comportamento dos contratos de forward rate agreement (fra), a prestação da casa pode “continuar a descer até ao final do ano, fechando 2012 nos 0,2%”. um cenário que mudará em 2013, com a subida a ser, no entanto, “muito gradual e ligeira”, sendo esperado que só “a partir de setembro os actuais valores sejam suplantados”.
 
 
quinta, 27 setembro de 2012 - 09:53 h
publicado por Retrato de equipa@idealistaequipa@idealista

sábado, 22 de setembro de 2012

conselho de finanças públicas quer acabar com imt



aproveitar a conjuntura de crise no sector imobiliário para extinguir o imposto municipal sobre transmissões onerosas de imóveis (imt) foi a principal sugestão do relatório "princípios para a revisão das leis de finanças públicas subnacionais", apresentado esta terça-feira em lisboa, e elaborado pelo conselho de finanças públicas, entidade liderada pela economista teodora cardoso

a sugestão visa, segundo o relatório, "reduzir a discriminação do património imobiliário face a outros activos" e "mitigar eventuais acréscimos na carga fiscal decorrentes da reavaliação das bases do imi”. uma medida que luís lima, presidente da associação de profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), apoia por completo.

"antes pagava-se o sisa e houve um primeiro-ministro [antónio guterres] que lhe chamou o imposto mais estúpido do mundo. é pena que a estupidez tenha continuado", diz o responsável ao diario económico.
 
publicado por Retrato de equipa@idealistaequipa@idealista

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

conselho de finanças públicas quer acabar com imt





aproveitar a conjuntura de crise no sector imobiliário para extinguir o imposto municipal sobre transmissões onerosas de imóveis (imt) foi a principal sugestão do relatório "princípios para a revisão das leis de finanças públicas subnacionais", apresentado esta terça-feira em lisboa, e elaborado pelo conselho de finanças públicas, entidade liderada pela economista teodora cardoso

a sugestão visa, segundo o relatório, "reduzir a discriminação do património imobiliário face a outros activos" e "mitigar eventuais acréscimos na carga fiscal decorrentes da reavaliação das bases do imi”. uma medida que luís lima, presidente da associação de profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), apoia por completo

"antes pagava-se o sisa e houve um primeiro-ministro [antónio guterres] que lhe chamou o imposto mais estúpido do mundo. é pena que a estupidez tenha continuado", diz o responsável ao diario económico.
 
 
quarta, 19 setembro de 2012 - 11:04 h
publicado por Retrato de equipa@idealistaequipa@idealista